Os Sabaths

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VEJA TAMBÉM:
 
 
SAIBA MAIS S/ OS MITOS  NÓRDICOS: 
 
 
 
BELTANE – NOITE DE WALBURGA/ MAYFEST
 
Hemisfério Sul -  01/  Novembro 
Hemisfério Norte – 01/ Maio 
 
Agora é o momento de agradecer pelo fim do inverno e celebrar o Deus Solar que aumenta sua energia até o solstício de Verão.
 
Este é o mais festivo dos SabbathS, não só porque a natureza está exuberante, mas porque o Deus jovem pleno de seu vigor se apaixona pela Deusa, reverenciada no hemisfério Norte como a Rainha de Maio. A união do casal é amplamente celebrada neste Sabbath, pois este enlace garante a fertilidade da terra e o domínio da luz .
 
BELENOS:
Beltane é conhecido também como o Sabbath da fogueira de Belenos, não só porque as pessoas dançam em torno de uma fogueira, mas também para honrar a divindade: Belenos é o Deus celta que representa o disco solar e seus poderes de cura e revitalização.
 
 
MITO NÓRDICO:
De 22 a 30 de abril Festividade moderna onde são celebradas as 9 noites em que Odin se sacrificou para obter as Runas. 
30 de abril – walpurgisnacht – noite da bruxa Walburga – final da parte escura do ano
1 Maio – Festa de Maio, era considerado para os nórdicos, o início do verão.
 
Após passar 9 dias pendurado na árvore, Odin morria na ultima noite e o mundo mergulhava em trevas; Em primeiro de maio ele renascia como um sábio, a luz voltava para o mundo com todo o seu vigor, e fogueiras eram acesas.
 
Na noite de 30 de abril, os espiritos, trolls e fantasmas podiam transitar pela terra, pois era o fim da caçada selvagem. Nessa fase era possivel o contato entre os dois mundos, por isso se dedicavam a fazer previsões, rituais de transe e encantamentos.
 
 
Na festa de maio não faltavam:
 As fogueiras para queimar tudo o que fosse negativo, inclusive doenças;
As danças em torno do mastro com fitas;
Encantamentos para sorte e amor eram feitos em volta do fogo; 
Praticas oraculares, bençãos para lavoura, para os animais e oferendas aos seres da natureza.
 
Igreja católica- A Igreja católica tentou suprimir a magia da celebração de Odin sobrepondo a esta data a homenagem a uma freira de cujo túmulo brotava um óleo milagroso no dia 1 de maio, seu nome era Walburga.
 
 
 
OSTARA - EQUINÓCIO DE PRIMAVERA
 
Hem. Sul – 21,22 ou 23/Setembro
Hem. Norte – 20 a 21/Março
 
Os Equinócios são pontos médios entre os solstícios, eles mostram que nem o inverno, nem o verão durarão para sempre.
Veja mais s/ os equinócios na seção: A roda do ano.
 
Em Ostara, o frio do inverno é deixado pra trás e, pela primeira vez no ano, o dia e a noite tem a mesma duração.
Simbolicamente é o momento em que o Deus e a Deusa se apaixonam, e a terra fértil é representada na donzela que recebe a semente da vida em seu ventre.
 
Este é um dos sabás mais importantes do ano, pois celebra as forças da vida e a vitória contra o escuro do inverno.
 
Na mitologia teutônica é relacionado à Deusa Ostara (Anglo- saxã  Eostre), cujo nome está relacionado à  “aurora”  ou “madrugada radiante”.
Associada ao leste, Ostara é a deusa que trás a luz crescente e as bênçãos para a terra.
 
Alguns pesquisadores relacionam Ostara:
 à deusa grega Eos, a aurora, 
outros a associam com a deusa sumeriana Ishtar.
 
Os símbolos de Ostara são o coelho, a lebre e os ovos, todos relacionados à fertilidade.
 
Segundo o mito, certa vez um pássaro pousou nas mãos da Deusa e ela o transformou em seu animal favorito, o coelho. Mas com o tempo o coelho ficou infeliz com a nova forma e, ao passar o inverno, quando  Ostara estava novamente no auge de seus poderes, ela o transformou em pássaro de novo. Agradecido, o animal colocou ovos, era primavera.
 
Mais tarde a religião cristã adotou diversos símbolos da celebração de Ostara em Março fundindo-a com a páscoa.
 
O que fazer:
Canções, danças, flores e ovos são usados em ritos para comemorar este sabath.
O ápice de Ostara é a benção das sementes, portanto, é uma época de se buscar novos projetos, ter fé na vida, no amor, ampliar o social e buscar encantamentos para a prosperidade e fertilidade em diversas áreas.
 
 
 
 
SOLSTÍCIO DE VERÃO - MIDSUMMER OU LITHA
      A NOITE DOS ENCANTADOS!
 
Hemisfério Sul -  21/ Dezembro 
Hemisfério Norte – 21/ Junho 
 
Todo solstício é um momento de suspensão ( veja mais sobre o solstício na seção ”A roda do ano” na home deste site).
 
Em Midsummer, o Sol está no auge do seu poder,  temos o dia mais longo do ano que - no Norte da Europa - se estende até horas tardias ( Sol da meia noite).
Tudo isso simboliza a força da vida emergindo da natureza, a juventude e vitalidade do Deus e da Deusa.
 
Em muitas tradições é dito que na noite do Midsummer um portal se abre na natureza e os elementais, os gnomos, os Elfos e fadas correm pela terra respondendo à enorme pulsão de viver contida no auge solar.
 
Muitas culturas comemoravam esta estação do ano com jogos, competições e festivais, celebrando a vitalidade física e a vida.
A partir de agora também a luz  vai começar a diminuir, isso significa que daqui a alguns meses o Deus solar vai iniciar sua jornada para o reino dos mortos para depois renascer.
 
No mito nórdico, Era considerada uma Noite mágica especial para colher ervas medicinais, fazer feitiços, práticas divinatórias e oferendar Elfos e Gnomos.
A morte do Deus  Baldur acontece no Midsummer, e ele retornará no Yule ( mito do inverno e da escuridão). Baldur e Sunna costumam ser homenageados nesta data.
Entre os antigos, as comemorações ao ar livre variavam com danças em torno de fogueiras e procissões com tochas para purificar e abençoar a plantação. Muitas guirlandas eram usadas pelas pessoas, na porta das casas e até no gado.
Na Escandinávia, até hoje as pessoas comemoram dançando e bebendo em torno de um mastro de madeira e guirlandas.
 
O que fazer no midsummer: 
Momento de honrar a vida e a nossa contribuição única para o mundo através de nossa criatividade. 
Nas comemorações, círculos solares feitos de pedra são bem vindos.
O midsummer é uma pausa para saudarmos tudo o que é vivo e transitório.
( Veja mais na seção " A Roda do ano").
 
 
 
 
 
LAMMAS, FESTA DE LUGH ( FESTA DO PÃO) /  FREYFEST
 
2/Fevereiro- Hem sul/      
1/Agosto-Hem. Norte
 
O Deus-sol renascido já alcançou seu ápice e agora começará a declinar com o passar dos dias. 
O Deus solar celta é Lugh, e sua festa, o Lughnasad. 
Este era um momento dedicado às colheitas e o rito consistia num agradecimento ao deus sol pelos frutos da terra.
Ao colher os primeiros grãos, era feito um pão e dividido entre todos no ritual, daí vem seu outro nome: Lammas ou “ A Massa de Lugh”.
 
No mito nórdico :  Freyfaxi, Freyfest, ou Erntefest,.
Este festival inicialmente durava 3 ou 4 dias e ocorria no mês de agosto. Também estava ligado ao início da colheita e seu ponto culminante era a benção para a terra, para os animais e pessoas. Era o momento de agradecer aos Vanir, os deuses da fertilidade da terra, e oferendas eram dirigidas aos deuses Freyr, Nerthus, Thor e Sif. Também ocorriam competições esportivas e feiras agrícolas.
 
O Festival também se relacionava ao “Thing” – assembleia de governadores, juízes e sacerdotes que ocorria em Agosto.
Com o tempo e a influencia celta, o festival passou a ser realizado na mesma data que Lammas, e o enfoque se tornou somente a colheita e não mais o Thing.
 
 
 
 
MABON/ VANABLOT - EQUINÓCIO DE OUTONO
 
Hem. Sul – 20, 21/Março
Hem. Norte – 20 a 23/Setembro
 
 
Em Mabon, O Sol começa a perder sua força, o Deus está fraco, já estamos na segunda colheita do ano, os alimentos estão armazenados, e as plantações diminuem.
Este é o momento de jogar leite na Terra e agradecer à generosidade da Deusa pela colheita.
O ato de agradecer pela colheira era importante, como um meio de garantir que no próximo ano elas seriam abundantes.
No equinócio de Outono, entendemos que a luz não vai durar pra sempre, o homem começa a se recolher, pois em breve chegarão a noite e o frio do inverno.
 
 
No mito nórdico, o equinócio de Outono é conhecido como: Vanablot, Hostblot ou Herbfest.
Este festival consistia na celebração da segunda colheita do ano e era visto como uma transição para o inverno (Yule). O festival era dedicado aos Elfos, aos deuses Vanir, como regentes da terra, da fertilidade e da água, e aos espíritos protetores dos campos e da agricultura.
 
 
O que fazer:
Neste movimento de se recolher, e buscar forças dentro de si mesmo, era muito comum entre os antigos a invocação, contato e homenagem aos ancestrais, os espíritos familiares, principalmente as ancestrais femininas, e os guardiões, pedindo ajuda e conselhos.
É hora de reavaliar a colheita pessoal , os projetos que vingaram e os que não foram adiante, reorganizando os projetos futuros.
No panteão Celta, Mabon era visto como Angus, o Deus do Amor, por isso, nesse dia também se pedia realização afetiva e proteção p/ a pessoa amada.
 
 
 
SAMHAIM –
FESTIVAL DAS NOITES DE INVERNO
 
(30 de Abril A 1/ MAIO) H. Sul
(31 de Outubro) H. Norte 
 
 
Pouco tempo após o equinócio de outono acontece o samhaim, a morte do Deus ou a descida da deusa ao mundo subterrâneo e como consequência disso, a natureza mergulhava em trevas. 
Para os povos do norte era realmente o início do inverno.
As trevas começavam, os pastores recolhiam o gado e escolhiam animais para o abate a fim de manter alimento durante o inverno,  as pessoas se recolhiam e as tarefas domésticas ( consertos, artesanato, costura, lazer, cuidados com a conservação da carne abatida...) aumentavam.
O Deus começará a renascer no solstício de inverno, mas agora ainda é um tempo de reflexão e parada.
 
 
MITO NÓRDICO
No mito nórdico, essa fase do ano era também considerada o início do inverno, o final da colheita e o evento era marcado por um festival em honra  aos ancestrais  (Disir), aos Elfos e às divindades ligadas à fertilidade da terra como o deus Freyr. Nesta fase também começava a caçada selvagem, onde o Deus Odin sai para caçar os fantasmas, os trolls e os inimigos dos deuses .
 
 
O QUE FAZER NESSA FASE:
Para os antigos, era o mais importante dos festivais, pois marcava tanto o fim do ano quanto o início do ano novo.
Data especial dedicada ao contato com espíritos ancestrais, pois neste período o véu entre nosso mundo e o mundo dos mortos ficava mais tênue, possibilitando o contato.
Não só o contato com os mortos é buscado no Samhaim, mas também é uma época aberta a leituras oraculares, astrologia, e todo tipo de reflexão sobre a vida que se tem vivido até agora.
 
 
 
 
 
YULE - SOLSTÍCIO DE INVERNO 
 
Hemisfério Sul -  21/Junho 
Hemisfério Norte – 21/Dezembro
 
No Solstício de Inverno, ocorre a noite mais longa do Ano. 
Pare entender o movimento solar, veja também nossa seção: A Roda do Ano- as estações.
No Yule, a Deusa dá à luz ao seu filho, o deus Solar que trará a vida de volta, e o Sol começa a se aproximar da terra.
A luz ainda é pouca, mas a criança prometida já nasceu.
O símbolo do pinheiro aliado a Yule  ocorre porque essas árvores são resistentes ao inverno e simbolizam a continuação da vida.
 
No paganismo nórdico, o Yule é visto como a fase em que os Deuses estão mais próximos dos humanos, e a primeira noite do inverno é dedicada às mães 
(noite das mães), onde homenagens com pedidos de bênçãos e preces são feitos à deusa frigga, à deusa Nerthus e aos espíritos ancestrais femininos ( as Disir) .
Também podiam ser homenageados os elfos, Baldur  e a deusa Sunna ( simboliza o sol).
 
 
O que fazer no Yule:
O Deus Sol renasce, e também nossa luz interior, por isso devemos cultivar a espiritualidade nessa fase. Este é o momento de reunir-se com a energia dos ancestrais, ler oráculos, buscar orientações para novos rumos na vida e pedir que a esperança renasça, deixando pra trás coisas que não nos servem mais na jornada evolutiva. É hora de se libertar do que ficou velho  e desgastado, e honrar a força que trazemos da terra, dos elementais, dos animais, e dos ancestrais.
 
Para quem honra os seres da natureza e elfos, nesta fase, oferendas, pequenos presentes podem ser deixados nas árvores.
 
 
 
 
IMBOLC - FESTA DO LEITE - HONRA À DEUSA BRIGID
 
(1 de Agosto) H. Sul
(02/Fevereiro - H. Norte 
 
Em sua origem, Imbolc significa “leite de ovelha”, pois nesta época as ovelhas produziam leite para amamentar os filhotes que acabavam de nascer.
Entre os antigos celtas esta época do ano era um prenúncio da primavera, um sinal de que a luz iria vencer novamente as trevas. O propósito da comemoração era banir o inverno e fazer a benção do solo para que ele pudesse ser semeado de novo depois.
 
No frio do inverno a Deusa deu à luz ao deus sol, e em Imbolc ela se recupera do parto.
Neste rito é comum o uso de velas ( amarela, laranja) ou luzes dentro de casa ou no local da comemoração.
 
Entre os celtas este sabbat era dedicado à deusa Brigid, Senhora da cura, da inspiração, da Poesia, da metalurgia  e do fogo.
 
No mito Nordico era Disting, ou Disablot, comemorado em fevereiro, este ritual era relacionado à benção e preparação da terra para o plantio.
Nessa época eram contadas as cabeças de gado, e os filhotes recém-nascidos eram o sinal de que o inverno não duraria para sempre e em breve chegaria a primavera. Nesta fase também se podia reverenciar as DISIR, as ancestrais femininas do clã.
 
 
O que fazer em Imbolc:
Segundo a escritora Mirella faur :
Brigid é o raio do relâmpago ou a chama do fogo que ilumina a terra, deixando atrás um rastro de luz ou clareza nas mentes e corações humanos.... Nos grupos e círculos de mulheres Brigid é invocada para conferir criatividade, inspiração, poder mágico e a capacidade de manifestar ideias no mundo material.”
 
Na Inglaterra existem vários locais e fontes sagradas dedicadas onde iniciadas buscam o contato com a Deusa, embora ele possa ser feito individualmente em qualquer lugar do mundo, junto à natureza, junto aos rios, perto do fogo, ou em casa perto de uma fonte usando velas laranja e mentalizando para receber mensagens da Deusa.
Nas comemorações em grupo, arte, cantos e poesias para Brigid são bem-vindos, já que era a Deusa da inspiração poética.
 
 
 
Fontes:
Paganismo Nórdico no Século XXI, de Allan P. Marante
Mistérios Nórdicos, de Mirella Faur

 

Horoscopo de 20/09 a 06/10/2017

De quarta - dia 20, até domingo 24, Mercúrio e Marte farão ângulos tensos com Netuno, sinalizando para a dificuldade de concentração e a necessidade de sair da real, fazer arte, sonhar, ver filmes, ler livros inspirados... As pessoas ficam sensíveis, captam vibrações dos ambientes e dos outros, por isso é bom se resguardar, ter mais cautela com vampiros, com documentos, com a comunicação e no trânsito. Bom para conversas metafísicas e ocultistas. Dia 22, sexta- em especial- está positivo para a comunicação, para vender suas ideias e usar o poder da mente.

 ATENÇÃO: Veja mais sobre as fases da lua na seção: "A Lua e Você".

 

FASES DA LUA:  

LUA NOVA em Virgem- 20/09

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